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Tudo na Aplicação

Como contratar e manter um bom profissional.

5 conselhos e 10 regras básicas para fazer do seu novo cabeleireiro ou cabeleireira a pessoa que procura. Contratar e reter, o melhor investimento para o seu negócio.

Que o mundo está a mudar, disso não há dúvida. E com ele, muitos dos nossos conceitos aprendidos e as regras que marcam o jogo.

Aquele aprendiz que ficava a vida toda ao lado do seu 'patrão', dirigindo a equipa  passado um tempo, sem horas nem folhas de calendário, já não existe ou é extremamente raro.

Seremos capazes de colocar em ordem as regras básicas para tirar o maior partido do salão de cabeleireiro?

E como faço para contar com um profissional cabeleireiro, fiel e comprometido?

Algo indiscutível é o facto da geração Millennial estar a mudar o mundo ao mesmo tempo que eles mesmos são fruto da própria transformação das coordenadas que hoje o regem.

É o que é, bom ou mau. E contratar um millennial é algo difícil. Vamos permitir-nos a uma subdivisão, antes de começar a de perceber porque os empregados do século XXI não são como os do século XX e que consequências trazem para qualquer estabelecimento, empresa e negócio.

Para compreender o seu poder, vamos descrever o que são e quem engloba o movimento millennial.

"A geração Y, também conhecida como geração do milénio, do inglês "millennial generation", é a parte demográfica que continua a ser a geração X e precede a geração Z. Não há precisão ou consenso em relação às datas de início e fim desta geração; os demógrafos e investigadores costumam utilizar os primeiros anos da década de 1980 como anos de início do nascimento, e de meados da década de 1990 a princípios da de 2000 como anos de finalização do nascimento. Muitas vezes chamam-nos de "eco boomers", devido a um aumento importante das taxas de natalidade nas décadas de 1980 e 1990, e porque os "milénicos" são, frequentemente, os filhos dos "baby boomers". Ainda que as características milénicas variam de uma região para outra, dependendo das condições sociais e económicas, a geração esteve geralmente marcada por um maior uso e familiaridade com as comunicações, os meios de comunicação e as tecnologias digitais.

Estamos rodeados destas novas gerações marcadas pela tecnologia que nos consome e que acedemos com um só dedo e de forma instantânea...

O cabeleireiro, ainda que não pareça, não escapa a esta influência nem ao tempo que "corre como um rio". Todos empenhados em criar, em empreender, em triunfar, em alcançar o êxito...

Mas é aqui que esta influência não aconteceu para a generalidade. E por muito que não acreditemos, , aprender cabeleireiro necessita de uma base e o cimento correspondente. E isso só se consegue com formação certificada e rigorosa.

A primeira coisa que vai encontrar quanto se sentar à frente de um aspirante que encabeça uma longa lista de possíveis futuros empregados do seu cabeleireiro, é uma pessoa, homem ou mulher, que acha que sabe mais que você.

E a segunda é que, na realidade, em 99% dos casos, o entrevistado, enquanto fala consigo, está a pensar: "sim, sim, está bem, eu entro para trabalhar aqui mas num ano monto o meu próprio salão... E mal possa, saio a correr..."

O processo de contratação e permanência, como o próprio cabeleireiro, mudou... mais do que pensa!

A indústria de cabeleireiro cresceu nos últimos tempos. A quantidade de salões, apesar do número de encerramentos, viu-se multiplicada em relação a aberturas, assim como outros estabelecimentos, negócios e ofertas dedicados à beleza, saúde e bem-estar (spas, clínicas de medicina estética, centros de unhas, de sobrancelhas, de pele...).
Novas qualificações profissionais entraram em cena, porém, apesar desta ser uma corrente em alça desde há alguns anos, a sua regulação e legislação encontra-se maioritariamente pendente. Escasseiam os profissionais realmente preparados para praticar e oferecer este tipo de serviços, concretos e que tenham uma aprendizagem cuidadosa e sobretudo, resolvente.

Perante esta situação assistimos por sua vez à proliferação de academias, cursos e mestrados, online e offline. Com que critério? O dos próprios, na sua maioria.

No entanto, o mercado que possui uma dinâmica própria, exige, requer e procura novos profissionais. O público quer especialistas, que lhe ofereçam experiências únicas, pela qualidade extrema, pela sua exclusividade e pelo seu bem fazer. Educar-se neste sentido é fundamental.

Se o nosso salão experiencia uma taxa de rotatividade elevada em relação ao pessoal empregado, o problema agrava-se, já que não poderemos, em tão pouco tempo, transmitir a nossa "expertise" às nossas equipas, nem conectar um grupo de profissionais que sejam a extensão de nós mesmos e atendam ao cliente tal como nós o fazemos e sabemos que se deve fazer.

A mudança contínua de pessoal torna impossível desfrutar de uma clientela estável no seu salão. O retorno em relação ao tempo, investimento e recursos que utilizou na capacitação do seu empregado fica paralisado. A cadeia parte-se, e acaba por ter de se dedicar de novo ao recrutamento.

Assim, a rotatividade das equipas possui, por sua vez, um impacto negativo e relevante nos números de venda e rentabilidade do seu salão. Se passa demasiado tempo a recrutar, torna-se difícil dedicar tempo a impulsionar outras áreas do negócio. Ainda pouco há que possamos fazer para atrair candidatos com maior qualificação às nossas entrevistas de trabalho. Os salões podem adaptar o seu processo de recrutamento e retenção de trabalhadores à realidade do mercado.

5 conselhos na hora de contratar e reter bons cabeleireiros e cabeleireiras no seu salão.


1) Adapte-se. Tenha uma cultura laboral que simpatize com os estilos de vida e as aspirações da força laboral contemporânea. Isto vai levá-lo à mimetização e empatia. E desfrutará de um modelo de negócio que poderá fazer frente a um novo estilo de empregado em termos de necessidades de capacitação e longevidade.


2) Especialize-os. Ofereça e eduque-os sobre tratamentos novos que se tornarão particulares e próprios para si e para o seu negócio. Isto melhora o retorno do investimento em capacitação e significa que os seus novos empregados vão desfrutar de um impulso benéfico na sua educação.


3) Use as novas tecnologias. Crie a sua própria capacitação, realize os seus próprios workshops, módulos e cursos em linha e em formato de vídeo, que sejam visualizados e aprendidos antes dos seus próprios workshops de treino interno para poupar tempo e custos.


4) Disponha de diferentes modelos de contrato. Sobretudo contratos que protejam o seu negócio dos empregados de curta duração, que absorvem uma grande quantidade de custos e recursos e que rapidamente decidem seguir adiante por eles mesmos abrindo o seu próprio salão de cabeleireiro.


5) Incentive à permanência entre os seus empregados. Por exemplo, recompense os empregados leais com mais oportunidades de especialização, melhores turnos e dias adicionais de férias anuais.


10 Regras Básicas do Processo de Seleção


Se lhe preocupa sentar-se em frente ao candidato a eleger finalmente o empregado adequado, aqui vão 10 regras, ou melhor, conselhos, para planear e realizar o seu processo de seleção.


1) Elabore um perfil do posto. É importante que no seu processo de seleção tenha muito claro o que procura numa pessoa. Faça uma lista com as funções do posto, as suas atribuições, limitações, requerimentos técnicos da pessoa e qualquer outro aspeto relevante a considerar.


2) Define as condições salariais. O salário a pagar e as condições de contratação não se devem estabelecer levemente. Este é um erro muito comum sobretudo nos pequenos negócios onde uma contratação mal definida pode repercutir em problemas de modo geral. Assim, antes de começar o seu processo de seleção, assegure que avalia a consciência de quanto realmente pode pagar e em que condições, para que tudo fique claro desde o início, tanto para si como para o empregado.


3) Tenha atenção aos currículos. Solicite os currículos de forma prévia ou que entreguem no processo da entrevista. Leia e avalie com atenção.


4) Filtre os possíveis candidatos. Uma vez que tenha vários interessados no posto, o passo seguinte é filtrá-los de acordo com as suas prioridades. Deverá incluir, analisar e avalias, segundo os interesses do candidato, os seus valores, confiança, capacidade, atitude, preparação académica, experiência... Ordene cada uma destas variáveis em função do que procura. Se para si prima a experiência, ponha este valor em primeiro lugar e avalie.


5) Conversa. Uma vez que tenha selecionado o grupo finalista, o seguinte passo obrigatório é uma entrevista pessoal. Trata-se da primeira impressão, que sim, conta e muito. A entrevista deve ter um objetivo claro e deve observar o comportamento da pessoa: como se expressa, como se veste, como se comporta... Conhecerá, por exemplo, a sua pontualidade, formalidade e vontade de trabalhar. Que fale, que opine, que se expresse e manifeste. O resto fica nas mãos da sua perceção e intuição.


6) Avalie a sua postura corporal. As pessoas tendem a expressar-se 20% com as palavras e 80% com os gestos. Durante uma entrevista é determinante aprender a interpretar alguns sinais básicos como o olhar, a forma de se sentar, de falar e até a maneira de usar os braços. Se não o olham nos olhos, são tímidos ou até poderão não estar a dizer a verdade. Tente durante a entrevista ver mais além do que lhe possam estar a dizer verbalmente.


7) Seja claro nas condições laborais. Se considera a pessoa uma boa candidata(o) então pode proceder a falar-lhe sobre as condições laborais e salariais. O objetivo é que conheçam o que oferece e o que esperas delas para saber se o seu interesse no lugar é real. Este passo é muito importante a fim de evitar mal entendidos posteriores e, sobretudo, para que possa estar seguro de que a pessoa entende e aceita as condições do trabalho.


8) Realize as provas práticas necessárias. Dependendo do tipo de trabalho a realizar, em muitos casos é indispensável realizar provas práticas, especialmente se se trata de um trabalho manual e de atenção ao público, como é o de cabeleireiro.


9) Investigue as suas referências. Como um dos passos finais, mas não menos importantes, é a avaliação das suas referências pessoais e laborais. O melhor é que a pessoa interessada apresente referências pessoais e de trabalhos anteriores que se possa contactar.


10) Não se esqueça dos nossos cinco primeiros conselhos para reter empregados satisfeitos. Apenas assim a sua contratação será finalmente um êxito.


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